segunda-feira, 22 de março de 2010

Xis: “são coisas que não percebes…” XIX

Existe o “fim do mundo” e depois existe o “fim do mundo” poveiro! Mais uma quinta agressiva e desta vez sob o domínio poveiro. As memórias são poucas mas vou fazer esforço para as expor.
Esta quinta começou bem cedo, às 6 da tarde com umas loirinhas e com a contemplação do glorioso. O estágio e mais tarde o jantar sucederam no Agra na presença de El gringo e Pedro (está a precisar de um pseudónimo) e mais tarde também do Jacob (um menino, passou toda a semana a falar nesta saída e depois acabou por desistir do VR: “são coisas que não percebes”). Aqui há apenas um aspecto negativo a salientar, não bebemos bagaços!! Tudo bem que saímos a pensar num regresso mas mesmo assim é incompreensível o facto do “elixir da memoria” não ter atravessado a garganta e alojado (nem que temporariamente para alguns) no estômago.
Findado o jantar partimos para o (caipirinhas) enjoy e depois da terceira rumamos até ao piolho e dedicamo-nos aos baldes. Aqui encontramos alguns elementos do GQ perdidos… enquanto a chuva refrescava, o wisky e/ou vodka aquecia a noite e a dada altura apareceu a estsp mais especificamente o curso de fisioterapia que nos pediu umas explicações sobre a ATM. Quando o álcool acabou abalamos (num táxi conduzido por alguém mais bêbado que nós) para o VR.
O GQ é muito devoto e nunca falha uma celebração católica… por isso na disco foi o fim do mundo… e podia ter sido pior não tivessem alterado o sistema de senhas… Aqui encontramos o mano-mano que levara uma bolada na cara e procedia ao tratamento com whisky puro porque a Coca-Cola interage com os analgésicos e também uns pontas de lança poveiros com destaque para o homem do acordeão que desta vez não “actuou” e também o cloni, nunca falha uma festa católica. Quando o stock de whisky acabou o hino da Póvoa já havia sido entoado várias vezes intimidando os que estavam nas imediações.
Depois de o sol nascer, e debaixo de chuva partimos com um taxista muito instruído (“éden? Já ouvi falar… Valéria? Já ouvi falar”) para a padeirinha onde devastamos tudo à nossa volta (“até parece que vocês estão bêbados”) e seguimos para a faculdade para assistir às jornadas, no entanto, minutos depois fomos convidados a sair (“assssssssssssseee”), ainda não percebi a razão mas talvez porque estivessem a ressonar um bocado mais alto que o normal. O invulgar é que quando temos aulas não vamos mas quando não temos aparecemos na faculdade… “são coisas que não percebes”.
Tal como o glorioso, ninguém para o GQ!!
P.S.: Não gosto da imagem de apresentação. Está um bocado disforme.

Salve,

El Patron

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